segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Policarpo Quaresma - Triste Fim do Herói do Brasil






SINOPSE: Baseado no clássico romance 'Triste Fim de Policarpo Quaresma', do autor pré-modernista Lima Barreto, o filme conta a história de Policarpo Quaresma (Paulo José), uma espécie de Dom Quixote verde-e-amarelo. Um sonhador inveterado, ele acredita ser um visionário que espera dias grandiosos para o nosso país. Sua primeira luta é no Congresso, onde quer que o tupi-guarani seja adotado como a língua oficial do Brasil. Sua maior aliada é sua afilhada Olga (Giulia Gam), por quem tem um afeto especial. Ele também encontra ajuda no poeta Ricardo Coração dos Outros (Ilya São Paulo), que é um trovador e compositor de modinhas, com as quais conta a história desse herói tupiniquim.

Fonte: Cine Dica


Livro no Domínio Públicohttp://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=2028


De lá pra Cá - Lima Barreto (1/2)




Filme: Policarpo Quaresma, o Herói do Brasil




Dicas e Sugestões - Curta na Escola


Para a Coleção Curta na Escola foram selecionados 16 curtas-metragens com alto potencial didático, todos apropriados para uso em todos os níveis de ensino.
Assista-os online antes de preparar suas aulas; baixe as informações completas sobre cada um e, após fazer suas exibições, envie-nos seu relato.

Boas sessões!
Cadastre-se!!

Casa Grande & Senzala - Diálogo Verbal e Audiovisual


Casa Grande & Senzala foi a obra que consagrou o sociólogo e escritor brasileiro Gilberto Freyre. Este ensaio, lançado em 1 de dezembro de 1993, aborda a formação e o desenvolvimento econômico-social do Nordeste durante a era colonial. O autor vê no cultivo da cana-de-açúcar, em meados do século XVI, um elemento fundamental neste mecanismo.

O escritor recifense aponta a participação significativa da estrutura até mesmo arquitetônica da Casa Grande na constituição da sociedade brasileira e de suas determinações culturais. E destaca a importância da senzala como pólo complementar desta instituição colonial. Tudo gira em torno do patriarcalismo, modelo no qual uma autoridade masculina exercita seu poder sobre todos que se encontram sob seu domínio.
O patriarca detém o controle sobre escravos, familiares, os filhos e seus descendentes, sua cônjuge, entre outros elementos que se abrigam em sua propriedade agrária. A casa-grande atua como um símbolo que agrega a todos, pois manifesta o potencial de acolher os membros que compõem esta comunidade.
Gilberto rejeita a concepção de que o brasileiro, por sua prática constante da mestiçagem, seja inferior a outros povos. Ele reforça a ideia de que a miscigenação concretizada entre ibéricos, indígenas e africanos, contribuiu para a constituição cultural positiva do povo que se desenvolveu em terras brasileiras.

O sociólogo desenvolve neste livro sua tese, expondo o nascimento da sociedade brasileira do ponto de vista da rotina na casa do grande senhor. Esta edificação é um instrumento do autor para representar o próprio país no período colonial, fundado sobre a monocultura do açúcar. Nesta terra recém-descoberta a natureza inclemente é vista como uma barreira a ser vencida, antes de se lograr o desenvolvimento da civilização.

Tentando conquistar riqueza e fama, o colonizador europeu enfrenta a barbárie e, aos poucos, constrói um universo pretensamente civilizado. As famílias que se destacam neste país emergente, por seu poder e sua influência, instauram espaços pioneiros na esfera pública e assim fortalecem laços de soberania e autoridade, gerando teias interativas que se estendem por todas as partes. Desta união de interesses entre núcleos familiares poderosos nasce o Estado, quase como um fator secundário.

(...)

Por Ana Lucia Santana

Fontes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa-Grande_&_Senzala
http://pt.shvoong.com/humanities/h_history/778363-casa-grande-senzala/

Texto para pesquisa:http://cmais.com.br/aloescola/estudosbrasileiros/casagrande/index.htm - TV Cultura/ Alô Escola

Documentário Leituras do Brasil - Casa Grande e Senzala
:  http://www.youtube.com/watch?v=bGmtS_ybTpg&feature=relmfu

Documentário dirigido por Nélson Pereira dos Santos, Casa Grande & Senzala é baseado no livro homônimo de Gilberto Freire:


A produção está dividida em quatro episódios a primeira, "Gilberto Freire, o Cabral moderno", fala do próprio autor, comparando-o ao descobridor do Brasil por sua atividade intelectual; o segundo capítulo, "A cunhã de família brasileira" discute a contribuição do índio à formação brasileira; na terceira parte, "O português, colonizador dos trópicos" Fleyre analisa as características do povo português e quais suas influências na formação brasileira; por fim, o último episódio, "O escravo negro na vida sexual e de família do brasileiro", discute a participação africana na vida social brasileira.

De lá pra cá: Gilberto Freyre (1/4)
 
http://www.youtube.com/watch?v=kyFkWeJFO2w

O cineasta Nelson Pereira dos Santos explica como foi produzir um filme baseado em "Casa Grande e Senzala".




Propostas de atividades interdisciplinares ( Português/ Interpretação Textual, História e Artes):


Pesquisa sobre Gilberto Freyre - Biografia, campos de atuação, principais ideologias na área da educação e cultura brasileira, expressões emblemáticas de sua autoria sobre a área da educação, etc.

Diálogos construtivos em sala de aula sobre os possíveis temas:  os estereótipos nacionais, os legados da História do Brasil ( o Negro, o Índio e o Europeu),  o que é Sociedade mestiça?, o Racismo, a influência africana e indígena...

Apresentação teatral de trechos selecionados da obra.

Os alunos podem produzir o roteiro da peça com a mediação dos professores.

Curtas -  Adaptação Literatura e Cinema

Os alunos produzem documentários sobre Casa Grande & Senzala ( ou releituras temáticas) após assistirem a entrevista de Nelson Pereira dos Santos sobre a experiência da adaptação.

* Interessante uma aula sobre adaptação, do texto verbal para o audiovisual.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Proposta de atividade - Festival do Minuto







A proposta desta atividade educativa pretende utilizar a linguagem do cinema em diálogo com outras linguagens para instigar os alunos a serem agentes de sua própria prática de construção de conhecimento.
O site Festival do minuto pretende estimular e desenvolver o olhar cinematográfico, além de promover a interação entre os jovens cineastas a partir de fóruns e compartilhamento dos filmes. A partir do site, o plano de aula foca permite genuinamente a ação do próprio aluno em todo o processo de criação e divulgação, como a construção de um roteiro e de uma sinopse; a edição de áudio e de vídeo; o compartilhamento dos vídeos e debates sobre os filmes.
O material utilizado são os próprios celulares ou câmeras fotográficas dos alunos, já que a história precisa ser narrada em apenas 1 minuto para ser divulgada na internet. As possibilidades de criação de histórias são múltiplas e surgem da criatividade dos alunos que podem pesquisar cenas já existentes na internet para editá-las, produzir um videoclipe de uma baseado em uma poesia, etc.
A grande questão dessa atividade é o compartilhamento desses vídeos, os debates e as trocas na internet com pessoas de vários lugares do mundo que também produzem “minutos”. A criticidade alheia, os comentários nos fóruns de discussão, a votação do “Melhor Minuto” sobre o conteúdo das histórias e as ferramentas utilizadas, provoca no aluno o sentimento de agente, de produtor, de ator da sua própria práxis e do seu próprio discurso concretizado em seu filme.
A etapa final se dá através da criação de um blog para os alunos narrarem a experiência e aprofundarem suas experimentações narrativas e criativas utilizando o diálogo entre  linguagens como o cinema, a produção textual e a literatura; e meios tecnológicos como a internet e as possibilidades da Web 2.0.

As ferramentas da Web 2.0 atualizam as abordagens educacionais facilitando e introduzindo diferentes maneiras de se aprender e de se trocar. O professor diante deste cenário acaba recebendo uma gama de informações e possibilidades para se comunicar melhor com seu aluno, geralmente um nativo dessa era tecnológica.
É inegável a importância de se conhecer essas tecnologias para o auxílio da prática docente nos dias de hoje. Assim a defesa de inúmeros profissionais da área da educação quanto ao processo de ensino-aprendizagem calcado no aprender a aprender, o aluno como agente, tem na Web 2.0 essa real prática ao auxiliar fundamentalmente  os docentes com suas inúmeras possibilidades de aulas diferenciadas e interacionais.

Referências bibliográficas:
RIBEIRO,C.A. ;  SCHONS,H.C.   A contribuição da Web 2.0 nos sistemas de educação online. Disponível em : http://extensao.cecierj.edu.br/saladeaula/file.php/95/Semana3/Textos_apoio/A_contribuicao_da_Web_2.0.pd
Refletindo – Como utilizar as ferramentas da Web 2.0 na área educacional? Disponível em: http://extensao.cecierj.edu.br/saladeaula/file.php/95/Semana3/Textos_apoio/O_uso_pedagogico_Web_2.0.pdf


Cinema, Letras e Literatura - Dicas e sugestões






O cinema e a arte de contar histórias

Os encantos e encantamentos da sétima arte
Bruno Fischer Dimarch
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O ser humano é um contador de histórias. Desde as primeiras marcas deixadas pelo homem encontramos traços de narrativas. Contar histórias tem, desde os primórdios, um caráter sagrado. São narrativas de deuses da natureza, deuses animais, deuses antroporformos, eventos misteriosos, milagres e profecias. Os filósofos contaram histórias (pensemos em Platão e Nietzsche), Cristo contou histórias e a modernidade esbanja novas histórias a todo o momento.
Atualmente as encontramos nas bancas de jornal, nas livrarias, nos teatros, em nossos televisores e nas telas do cinema. Todos contamos ‘causos’ para nossos amigos, conhecemos o passado de nossa família e até inventamos histórias-jogo (os famosos jogos de RPG). São as nossas histórias mais íntimas e as histórias dos outros, fatos reais, narrativas imaginadas e textos sagrados.
Aprendemos com histórias, nos divertimos, alimentamos o espírito com sensações e somos afetados por elas. A mitologia grega é um forte exemplo de como uma história pode ampliar o pensamento e nos levar além: Freud e muitos daqueles que estiveram na emergência da psicanálise dela se nutriram para encontrar as chaves de um novo campo de investigação da mente humana - complexo de Édipo, Sísifo, Tânatos (pulsão de morte) e Eros (pulsão de vida).

(...) Ler mais em : http://tvcultura.cmais.com.br/educacao/o-cinema-e-a-arte-de-contar-historias


102 Filmes para amantes de Lit. Brasileira ( Blog Lendo.org)

Filmes para trabalhar em sala de aula - Revista Nova Escola

Artigo sobre Literatura e Cinema - Adaptações

Artigo Cinema Brasileiro e Adaptações

Curso de Roteiro Online




Amigos,

Segue uma super dica para quem gosta de utilizar a linguagem cinematográfica em sala de aula. É mais uma ferramente de atualização para docentes e um meio de nossos alunos terem contato com as técnicas de cinema pela internet.

Curso de roteiro online

Produção de texto oral com destino escrito


Aqui darei algumas sugestões de filmes, textos e pesquisas sobre a relação entre produção textual, oral e cinema que podem ser trabalhados em sala de aula.


Ditado para o professor: produção de texto oral com destino escrito

Ao desempenhar o papel de escriba e pedir que os estudantes criem oralmente um texto, o docente trabalha o comportamento escritor, as diferenças entre a linguagem oral e a escrita e a importância de sempre revisar o que é produzido, individual ou coletivamente


PROFESSORA ESCRIBA Os alunos produzem um texto sobre os polos norte e sul, ditando as informações que pesquisaram em duplas.
Por anos, o ditado foi patrimônio do professor: um texto ou uma lista com o propósito de avaliar se a turma sabia escrever de acordo com as regras da ortografia. Isso mudou - tanto nos objetivos como na forma. Hoje, uma das quatro situações didáticas previstas pelos principais programas oficiais de alfabetização inicial é pedir que os alunos produzam textos oralmente para se perceberem capazes de escrever antes de estarem alfabetizados. Livres de questões relacionadas à grafia e ao sistema de representação, eles se concentram nos desafios da produção do texto: a definição do conteúdo, a adequação a um gênero e a organização da linguagem escrita.

"É importante criar espaços para que as crianças usem a linguagem escrita antes de ler e escrever, pois o conhecimento do sistema alfabético não é pré-requisito para a produção de texto, ou seja, não é preciso saber grafar as letras para organizar as ideias tal como se escreve", explica Silvana Augusto, formadora do Instituto Avisa Lá e professora do Instituto Superior de Ensino Vera Cruz, ambos em São Paulo. A criança que não sabe escrever de forma convencional está diante de uma situação-problema que permite a ela observar o desenvolvimento de seu processo de aprendizagem e da compreensão da linguagem escrita.
A elaboração de um texto vai muito além do registro gráfico. Durante o ditado para o professor, os alunos comandam a produção do texto no conteúdo e na forma - por meio das leituras e releituras do que já foi escrito - e fazem adequações na produção: incluem pausas, ritmo e velocidade, repetem partes quando necessário e distinguem o que dizem para ser escrito do que dizem como interlocutores, mudando o tom de voz. O texto que será grafado pelo professor precisa ter uma função comunicativa definida (a produção de um bilhete, a recomendação de um livro lido etc.). Essa situação didática deve fazer parte da rotina da alfabetização inicial, contemplando diferentes gêneros.

.Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/produzir-texto-escrever-431546.shtml




-  O Contador de Histórias


Título original:
Duração:
100 minutos (1 hora e 40 minutos)
Gênero:
Drama
Direção:
Luiz Villaça
Ano:
País de origem:
BRASIL






Narradores de Javé



Ficha Técnica

Título original: Narradores de Javé
Gênero: Comédia
Duração: 100 min.
Lançamento (Brasil): 2003
Distribuição: Lumière e Riofilme
Direção: Eliane Caffé
Roteiro: Luiz Alberto de Abreu e Eliane Caffé




Narração e Textos Narrativos



Narração e textos Narrativos

A Narração é um tipo de texto que relata uma história real, fictícia ou mescla dados
reais e imaginários. O texto narrativo apresenta personagens que atuam em um tempo e em
um espaço, organizados por uma narração feita por um narrador.
Tudo na narrativa depende do narrador, da voz que conta a história.

Existem três tipos de foco narrativo:
- Narrador-personagem: é aquele que conta a história na qual é participante. Nesse caso ele é
narrador e personagem ao mesmo tempo, a história é contada em 1ª pessoa.
- Narrador-observador: é aquele que conta a história como alguém que observa tudo que
acontece e transmite ao leitor, a história é contada em 3 pessoa.
- Narrador-onisciente: é o que sabe tudo sobre o enredo e as personagens, revelando seus
pensamentos e sentimentos íntimos. Narra em 3ª pessoa e sua voz, muitas vezes, aparece
misturada com pensamentos dos personagens (discurso indireto livre).
É comum que o texto narrativo apresente a seguinte estrutura:
Apresentação: é a parte do texto em que são apresentados alguns personagens e expostas
algumas circunstâncias da história, como o momento e o lugar onde a ação se desenvolverá.
Complicação: é a parte do texto em que se inicia propriamente a ação. Encadeados, os
episódios se sucedem, conduzindo ao clímax.
Clímax: é o ponto da narrativa em que a ação atinge seu momento crítico, tornando o
desfecho inevitável.
Desfecho: é a solução do conflito produzido pelas ações dos personagens.
Os personagens têm muita importância na construção de um texto narrativo, são elementos
vitais.
As personagens são principais ou secundárias, conforme o papel que desempenham no
enredo, podem ser apresentadas direta ou indiretamente.
A apresentação direta é quando o personagem aparece de forma clara no texto, retratando suas
características físicas e/ou psicológicas, já a apresentação indireta se dá quando os
personagens aparecem aos poucos e o leitor vai construindo a sua imagem com o desenrolar
do enredo, ou seja, a partir de suas ações, do que  ela vai fazendo e do modo como vai
fazendo.

Fonte: http://mundoeducacao.uol.com.br/redacao/narracao.htm



Lições de Texto - Fiorin e Platão


Atividade Educacional





Atividade educacional

Tema central: Trabalhar a arte de contar histórias (dramaturgia) a partir de um roteiro cinematográfico.
Objetivos: A partir da linguagem audiovisual, desenvolver habilidades relativas à produção escrita como a coerência, coesão, síntese, narração e argumentação.

Série envolvida: Ensino Médio

Ferramentas da Web 2.0: Compartilhamento de storylines, sinopses e argumentos na internet a partir do Google Docs ou Yahoo Grupos. Além da criação do blog sobre “Produção textual e Arte de contar histórias - Diálogo com o Cinema” que seria atualizado pelos alunos.

Metodologia de aplicação: Em um primeiro momento haveria uma sensibilização dos alunos sobre a importância do escrever, narrar e argumentar dentro do universo cinematográfico.
Haveria uma discussão sobre plano das ideias, as possíveis origens de boas histórias, o como narrá-las, etc.
Depois seriam apresentadas, as etapas e as ferramentas de desenvolvimento para se escrever uma storyline, uma sinopse e um argumento.

Durante o processo, os alunos perceberiam a importância de se desenvolver competências próprias da produção textual que ajudam na execução dos elementos cinematográficos.
Forma de avaliação: Avaliação coletiva e no decorrer da atividade através de exercícios propostos na internet e participação nos fóruns de discussão.  Votação dos melhores trabalhos pela internet.

Cronograma: Aula 1 - Sensibilização Texto, Ideias e Cinema;
                         Aula 2 - Produção textual e Estrutura Storyline, sinopse e argumento;
                        Aula 3 – Produção dos alunos;
                        Aula 4 – Compartilhando na internet, trocas de ideias e resultado da votação.


Material de apoio –
Básica. FIORIN, José Luiz e PLATÃO, Francisco. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo, Ática, 2006.
ARRIÈRE, Jean-Claude. Prática do Roteiro Cinematográfico. 2a. ed. São Paulo : JSN, 1996.

Cinema e Educação







A utilização do cinema como veículo e ferramenta de ensino-aprendizagem oportuniza enfocar os aspectos culturais, históricos, literários e políticos, proporcionando uma visão integral do cinema enquanto mídia educativa. A inserção de novas estratégias de desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem é primordial para a inovação pedagógica e a adequação às mudanças sociais com a finalidade de proporcionar uma formação integral aos cidadãos. Nesse contexto o cinema se torna uma ferramenta educativa cheia de potencialidades ao constituir-se em um meio de contribui para a mudança social. Ao ser percebido como uma mídia educacional o cinema tem a possibilidade de inserir-se na sala de aula de forma promissora.

Para haver sinergia entre cinema e educação deve-se realizar uma análise correta da mensagem cinematográfica aliada ao contexto educativo. O professor deve auxiliar o aluno funcionando como elo entre o que o cinema proporciona e o conjunto de conhecimentos a serem construídos na relação de aprendizagem.

Por Sabrina Azevedo





Refletindo sobre o uso de blogs na prática docente









Com o desenvolvimento de ferramentas da Web 2.0 para se utilizar o ambiente virtual, a área da educação vem se reestruturando para atender essas novas demandas. O professor nesse contexto precisa estar atento a nova realidade e aberto a descobertas interessantes para seus alunos.
Uma das possibilidades da Web 2.0 é a criação de blogs, diários virtuais ou “post” organizados cronologicamente com sugestões, críticas, links, fotos, vídeos que deverão ser frequentemente atualizados.
Muitas propostas pedagógicas interadas no uso dos blogs apresentam resultados satisfatórios em sua abordagem em qualquer disciplina. Na verdade, o uso de blogs democratiza ainda mais o conhecimento e a troca do mesmo. Além disso, o aluno desempenha um papel ativo na produção de sua própria aprendizagem, é co-autor, agente.
Outra vantagem da utilização de blogs em atividades educativas está em sua funcionalidade para a interação e compartilhamento de trabalhos, produções, informações e opiniões. Dessa maneira, fomenta-se um impacto e uma interação social na Web, estes motivam o aluno a continuar se expressando e atuando em seu ambiente criado e personalizado por ele.
Os blogs quando pautados nessa dinâmica educativa funcionam como um “forte instrumento de ensino da leitura e da escrita colaborativa”, já que “o aprendizado torna-se elaborado e integrado com a participação de todos”, não havendo então desvantagens em seu uso. Há uma renovação no processo de construção de aprendizado em sala de aula, com uma real gestão do conhecimento e estímulo de novas capacidades de leitura, escrita e apropriação de ideias.